De Várzea Grande-PI, Benedito da Rocha escolhe Elesbão Veloso para viver.

Varzeagrandense, o senhor Benedito da Rocha, 44 anos se encontra em Elesbão Veloso, onde colocou recentemente uma barbearia- São Benedito, no centro. Antes, morou em São Paulo por cerca de 20 anos, lá ele exerceu a função de encanador.

– Passei boa parte da minha vida em São Paulo, fui pra lá quando tinha apenas 18 anos.

A ida pra São Paulo, lembra Benedito que foi por ‘precisão’, a vontade de trabalhar e, consequentemente ter algo na vida, já que a função que sempre exerceu na terra natal foi a de lavrador.

– Fiquei lá por mais de 20 anos, mas sempre visitava os familiares aqui no Piauí.

Benedito da Rocha: Paixão por Elesbão

Benedito morava na região de Santo Amaro, para ele, São Paulo é bom para viver, apesar do estresse diário.

– Tem muita correria, trânsito, a gente sai 5h da manhã chega em casa às 9h da noite, mas vale a pena para quem quer trabalhar e fazer um pé de meia.

A estadia em Sâo Paulo lhe rendeu frutos importantes: casa, carro, terrenos, moto, bens que ele conquistou. Ao Painel Popular FM Eldorado, Benedito conta, que sempre teve vontade de morar em Elesbão Veloso.

– Desde muito pequeno, acho que tinha uns 14 anos já tinha vontade de vir morar em Elesbão, acho aqui um lugar decente, bonito, um lugar que gosto bastante.

Para consumar o desejo, ainda morando em São Paulo, em 2002, Benedito adquiriu terrenos, após vir embora, começou a construir para a partir de 2013, morar no antigo Coroatá. Casado, pai de dois filhos, Benedito recorda a experiência como encanador, atuando para uma empresa, depois exerceu a profissão por conta própria. A profissão atual- barbeiro passou a ser trabalhada ainda muito jovem.

– Na verdade eu já era barbeiro antes de ir para São Paulo, lá pude aperfeiçoar, fiz cursos e agora coloquei uma barbearia aqui na cidade, espero que dê certo.

Antes de abrir a barbearia, colocou um pequeno mercadinho na Rua do Fio, onde reside, o projeto, no entanto estagnou um pouco por conta da atual crise econômica que o país atravessa.

Por: José Loiola Neto.