Com energia elétrica cortada em casa e sem benefício da previdência, seu Gilmar Ribeiro pede ajuda a comunidade.

Por: José Loiola Neto/Elesbão News

Há três anos atrás, o senhor Gilmar Ribeiro dos Santos participava do Painel Popular e contava sobre drama, devido a perda da visão em um dos olhos, ao trabalhador como “cunhador”(termo vulgar dado a quem trabalha lapidando pedras). De lá prá cá pouco ou nada mudou na vida do seu Gilmar, morador da Rua Marcos Parente na Piçarra, haja vista que sem dispor de um benefício da previdência, se viu obrigado a voltar a exercer a mesma atividade.

Seu Gilmar Ribeiro pretende conseguir dinheiro para religar energia elétrica em casa.

No último dia 15/7 conversamos com ele no seu trabalho, ali às margens do riacho Coroatá, próximo a antiga “Mecânica O Barbosa”. Na conversa, Seu Gilmar, que também reclama de dores na coluna, disse que tem vários problemas para resolver– um deles– conseguir dinheiro para religar a energia elétrica da sua casa, cortada por falta de pagamento. Ele disse que a situação está complicada porque não tem condições para tal.

– É muito caro a religação, eu nem sei o valor. Além disso, a saúde está abalada, estou trabalhando porque é obrigado, não tenho quem me dê, não sou aposentado, não recebo nada, então preciso trabalhar, se não morro de fome.

Seu Gilmar de 59 anos entende que já deveria está aposentado, pois não tem disposição para trabalhar, perdeu a visão trabalhando, cortando pedras. Separado, pai de três filhos, mora sozinho. Ele conta que voltou a trabalhar para conseguir dinheiro para pagar o débito à Eletrobras e ter de volta a energia elétrica em sua casa. Sabendo das dificuldades, o “cunhador” disse que aceita ajuda de quem se dispor.

– Aceito de bom coração, qualquer quantia de quem puder e quiser ajudar será bem vinda. Meu interesse principal é religar a luz.