Todo aterro sanitário pode ter painéis solares e gerar milhões de reais em lucros.

Sérgio Luiz

Escrito por Fátima Silva Qui, 03 de Março de 2011 00:08

 

Todo aterro sanitário poderia ter painéis solares


Credit: Hemera/ThinkStock

 

Por Amy Dusto    -      reprod.p/Sérgio Luiz

Massachusetts, New Jersey, Havaí e Colorado compõe um número crescente de estados norte-americanos que encontraram um novo uso para os aterros sanitários. Em vez de deixar dezenas de hectares se transformarem em terrenos estéreis e inutilizáveis (mais apropriados como cenário de um filme futurista), esses estados estão instalando painéis solares.

Em Canton, Massachusetts, por exemplo, a empresa Southern Sky Renewable Energy está instalando um campo de painéis solares de seis hectares sobre o aterro sanitário da cidade, de 16 hectares.

O projeto, que deve gerar até 70 milhões de dólares em lucros e economia de energia nos próximos 25 anos, será a maior instalação solar fotovoltaica no estado até o momento. Além disso, a empresa calcula que o projeto irá gerar 25 postos temporários de trabalho na construção civil e 90 postos permanentes.

Construir uma “fazenda solar” em terrenos antes improdutivos é uma ótima ideia, e por diversas razões, como destaca o site Getsolar.com:

“... se (o terreno) já abrigou atividade industrial, costuma ser bastante próximo de linhas de transmissão de energia. Ambos os fatores ajudam a reduzir os custos do projeto, o que é bom tanto para incorporadores como para compradores de eletricidade. Além disso, aproveitar terrenos baldios muitas vezes é preferível a recorrer a terras valorizadas, que poderiam ser utilizadas  para  a agropecuária e outras atividades produtivas”.

O programa da Solar Renewable Energy Certificates, que tem a meta de produzir 250 megawatts de energia solar até 2017, não inspirou apenas o projeto de Canton: as cidades de Fairhaven e Greenfield também estão construindo painéis solares em seus aterros sanitários.

A Lei S-2126 de New Jersey também estimula projetos similares no estado. Ela possibilita a construção de instalações para geração de energia solar – ou fazendas eólicas, devido a uma emenda recente – no alto dos aterros sanitários. Apenas 3 dos 36 hectares do aterro sanitário de Glouchester, New Jersey, em breve irão fornecer energia elétrica para 1.100 residências durante um ano inteiro, segundo o blog Getsolar.com.

 

Aluguel de imóvel residencial poderá ser descontado no contracheque

Sérgio Luiz

Escrito por Fátima Silva Qua, 02 de Março de 2011 12:41

reprod.p/Sérgio Luiz 

Projeto vai beneficiar servidores e trabalhadores com carteira assinada

POR CRISTIANE CAMPOS



Rio - Os inquilinos servidores das três esferas e trabalhadores com carteira assinada  poderão pagar o aluguel com desconto direto no contracheque. A iniciativa faz parte do Projeto de Lei 462/2011, de autoria do deputado federal  Julio Lopes (PP-RJ), que tramita na Câmara dos Deputados, desde o mês passado.

O projeto institui uma nova forma de garantia dos contratos de locação residencial. A ideia é permitir a consignação em folha de pagamento dos aluguéis dos contratos firmados por servidores e empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
 
Segundo o deputado, a nova proposta poderá solucionar o problema de moradia de parte da população brasileira, já que um dos grandes entraves é ter  a garantia de que o aluguel será pago em dia mensalmente. A nova modalidade seria  mais uma alternativa para a garantia do recebimento do aluguel residencial.  Dessa forma, milhares de locatários (desamparados de proteção legal) seriam atraídos para o mercado formal.

"Os valores dos aluguéis tenderiam a diminuir a curto e médio prazo, e os imóveis que permanecem fechados por opção do locador representariam novas oportunidades de negócios para o segmento", disse.
 
De acordo com o vice-presidente de Locações do Secovi Rio, Antonio Paulo Monnerat, o projeto do aluguel consignado seria mais uma alternativa ao mercado imobiliário e atenderia a um significativo número de funcionários públicos, principalmente, aqueles que se mudaram e encontram dificuldades em conseguir um fiador.

 

Fonte:O DIA

 

Record de arrecadação federal em janeiro - R$ 91 bilhões ,eu disse...bilhões.

Sérgio Luiz

Escrito por Fátima Silva Ter, 01 de Março de 2011 10:25

Reprod.p/Sérgio Luiz


Valor alcança posição de segunda maior arrecadação mensal da história.


Valor alcança posição de segunda maior arrecadação mensal da história, perdendo apenas para dezembro do ano passado, quando foram obtidos 93,2 bilhões com impostos Até o fim do ano, é esperado que os impostos totalizem R$ 1,27 bilhões.


São Paulo - A arrecadação de impostos e contribuições federais voltou a bater recorde em janeiro. A Receita Federal informou hoje que a arrecadação do mês passado atingiu R$ 91,071 bilhões, maior valor registrado para os meses de janeiro e a segunda maior arrecadação mensal, perdendo apenas para dezembro do ano passado quando atingiu R$ 93,241 bilhões (corrigida pela inflação, a arrecadação de dezembro de 2010 somou R$ 94,015 bilhões).

A arrecadação de janeiro apresentou um crescimento real (com correção pelo IPCA) de 15,34% ante janeiro do ano passado. Em relação a dezembro, a arrecadação de janeiro apresentou queda real de 3,13%. A arrecadação das receitas administradas somou em janeiro R$ 87,186 bilhões, com alta real de 16,66% ante janeiro de 2010. Já as receitas administradas por outros órgãos (que incluem royalties) somaram no mês passado R$ 3,885 bilhões, com queda real de 8,02% ante o mesmo mês de 2010.

O ritmo de crescimento das receitas administradas já é maior do que o verificado em janeiro de 2010, sinalizando impacto positivo do crescimento econômico na arrecadação. Em janeiro do ano passado, as receitas administradas apresentaram expansão de 12,27% ante o mesmo mês de 2009.

A Receita Federal atribuiu o desempenho positivo da arrecadação de janeiro ao aumento da produção industrial, das vendas de bens e serviços e da massa salarial.


Fonte:agência estado

 

Roubo das distribuidoras e concessionárias de energia elétrica nas contas de luz dos consumidores,pode chegar a R$ 15 bilhões,segundo o TCU.

Sérgio Luiz

Escrito por Fátima Silva Dom, 27 de Fevereiro de 2011 08:56

 

 reprod.p/Sérgio Luiz





De São Paulo

Especialistas consultados pela reportagem disseram que é possível exigir o ressarcimento dos valores cobrados indevidamente pelas distribuidoras, mesmo que o consumidor não tenha disponíveis as contas de energia pagas neste período


Um erro de cálculo no reajuste tarifário fez com que as distribuidoras de energia cobrassem um valor indevido durante os anos de 2002 a 2010. Segundo um levantamento divulgado na semana passada, os prejuízos causados nas contas de luz dos consumidores chegam a 6,9 bilhões de reais.Mas segundo o TCU ,pode chegar a 15 bilhões. 
O Brasil conta hoje com cerca de 65 milhões de ligações elétricas espalhadas por todo o território nacional e a estimativa é de que as companhias tenham embolsado 900 milhões de reais por ano desde que o reajuste entrou em vigor.

Empresas como a Mambre Gestão em Negócios, com sede em São Paulo e escritórios em Florianópolis, Porto Alegre e Brasília já iniciaram a recuperação das tarifas na maioria das 60 companhias brasileiras acusadas pelo Ministério Público Federal de embolsar o dinheiro de pessoas físicas e jurídicas neste período de oito anos. "Encomendamos um estudo para reaver esses valores na Justiça. Fizemos uma parceria com um escritório jurídico de grande relevância e começamos a recuperar valores pagos indevidamente, além das tarifas de ICMS, PIS e COFINS embutidos na conta", destaca o diretor comercial da Mambre, Pedro Paulo Maia, que aponta a AES Eletropaulo, CELESC e Bandeirante Energia como as companhias com mais pedidos de restituição iniciados pela empresa até o momento.

Os valores pagos a mais têm incrementado a receita das distribuidoras sem qualquer intervenção das agências reguladoras. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) chegou a condenar a atitude, mas informou que não dispõe de nenhum mecanismo próprio para exigir a devolução do dinheiro ou uma compensação para o consumidor. "A Mambre tem dado prioridade para as empresas com consumo mensal de energia elétrica acima dos 15 mil reais por mês, pois a procura por esse caminho jurídico que encontramos tem sido cada vez maior", emenda Pedro Paulo.

No final de 2009, o coordenador do Programa de Pós-Graduação em Energia da Universidade de São Paulo (USP), Ildo Sauer, chegou a apresentar à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Tarifas de Energia Elétrica um levantamento mostrando que as distribuidoras registraram um lucro de até 103% sobre o seu patrimônio líquido entre 2007 e 2008. A rentabilidade das empresas do setor ficou em 26% no período, contra 8% das geradoras, na maioria estatais.
O que aponta o estudo encomendado pela Mambre:
Uma pessoa física ou jurídica que gasta 15 mil reais por mês em conta de luz tem gasto nos últimos 96 meses um total aproximado de 1,4 milhões de reais. Com a ação judicial apropriada, o consumidor pode conseguir uma recuperação de até 30% do valor pago indevidamente, totalizando 432 mil reais.

O estudo aponta três possibilidades de recuperar esse dinheiro: compensação, restituição e ressarcimento. E as decisões judiciais têm beneficiado tanto empresas de pequeno, médio e grande porte, como também consumidores residenciais. O problema é que, com o aumento da quantidade de ações, empresas especializadas em recuperação judicial tendem a reduzir seu raio de ação e impetrar ações coletivas ou de empresas com gastos de luz acima dos 30 mil reais por mês.

Especialistas consultados pela reportagem disseram que é possível exigir o ressarcimento dos valores cobrados indevidamente pelas distribuidoras, mesmo que o consumidor não tenha disponíveis as contas de energia pagas neste período. O advogado Régis Faria da Costa explica que o ingresso de uma Ação Cautelar Exibitória obrigaria a AES Eletropaulo, por exemplo, a fornecer todas as cobranças indevidas feitas desde 2002. A remuneração da empresa só pode ser obtida pela prestação do serviço de distribuição, fatia esta já prevista na composição da tarifa paga pelos consumidores. Mas, na prática, a concessionária tirou um ganho clandestino anual dos consumidores.

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A realidade dos fatos,é que não foi erro, foi roubo mesmo.Na cara grande!E o valor cobrado indevidamente dos consumidores pode dobrar, feitas as correções inflacionárias. “Não menos que R$ 7 bilhões – o Tribunal de Contas da União [TCU] disse que a dívida estava calculada em R$ 1 bilhão por ano [entre 2002 e 2009]. Mas esse valor pode chegar a R$ 15 bilhões. Só vamos ter essa certeza quando esse levantamento for finalizado pela Aneel.”

Segundo a justificativa do projeto de decreto legislativo, o pagamento indevido de tarifas fere dispositivos da Constituição, do Código de Defesa do Consumidor e da própria Aneel, na definição de direitos e deveres do consumidor, “em especial do direito ao ressarcimento pelos valores cobrados indevidamente (artigos 76 a 78 da Resolução Aneel n.º 456, de 2000; e o artigo 113 da Resolução Aneel nº 414, de 2010)”. Eduardo da Fonte diz que, em vez de funcionar como agência reguladora, a Aneel demonstra estar a serviço das distribuidoras de energia elétrica.

Confira a íntegra do Projeto de Decreto Legislativo 10/2011  

O caso teve início em 2007, no âmbito da Comissão de Defesa do Consumidor (CDC) da Câmara. Na ocasião, o deputado Elismar Prado (PT-MG) e alguns membros do colegiado pediram uma auditoria nas contas administradas pelas concessionárias de energia elétrica.

Os indícios de irregularidade resultaram na instalação da CPI das Tarifas de Energia Elétrica, que, entre outras resoluções, levaram ao indiciamento do diretor-geral da Aneel, Nelson Hubner, junto ao Ministério Público Federal. Segundo Eduardo da Fonte, ele “obstruiu o trabalho da CPI por não ter fornecido os dados referentes às cobranças indevidas” do período 2002-2009. Também foi determinado que cerca de 20 agentes da agência fossem investigados, mas por outras questões.

No entanto, depois de reunião dos membros do colegiado, decidiu-se que as investigações deveriam ser estendidas a todos os citados no relatório final da CPI – inclusive Hubner, mas sem que o pedido de indiciamento dele fosse levado adiante. Na ocasião, o diretor-geral disse que não poderia ter apresentado os dados sem que a defesa das distribuidoras de energia tivesse sido encaminhada à Aneel.

Em novembro de 2010, o relatório final da chamada CPI da Conta de Luz determinou que a Aneel exigisse das empresas concessionárias a devolução dos valores recebidos indevidamente dos consumidores. Em desobediência ao colegiado, a agência se limitou a executar a revisão dos contratos com 63 distribuidoras, e definiu um novo sistema de reajuste de tarifas que impediria cobranças indevidas. A restituição dos valores não foi determinada pela Aneel, sob o argumento de que, por falta de fundamentação jurídica, as regras do novo contrato não poderiam retroagir.

“Ao se negar a devolver esses valores, eles patrocinaram um calote ao povo brasileiro”, fustigou Eduardo da Fonte, lembrando que, em audiência pública na Câmara, os próprios representantes da Aneel reconheceram o erro e se dispuseram a corrigi-lo, mas sem que os valores fossem repostos. “Na minha avaliação, não foi um erro, foi um roubo. Eles [responsáveis pelas distribuidoras] agiram de má fé”, completou Weliton Prado (PT-MG), que também subscreve o projeto protocolado na Mesa Diretora. Weliton é irmão de Elismar Prado, o ex-membro da CDC.

Weliton disse à reportagem que trabalha no projeto desde antes da posse para a atual legislatura. E garantiu que, mesmo na semana pré-carnavalesca, continuará a conscientizar “o máximo de deputados” em relação à importância da matéria. Ele acredita que, longe de uma ação isolada, o conjunto de deputados em defesa do tema “dará força ao projeto”. “Costumo dizer que o Parlamento é igual a feijão: só funciona na pressão”, diz o petista, ressalvando o papel da imprensa em manter o assunto em evidência.

O Congresso em Foco quis saber a posição da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) sobre o assunto. A assessoria informou que seguidas e longas reuniões, “a portas fechadas”, impediriam que a direção da Abradee, sociedade civil de direito privado, falasse com a reportagem nesta sexta-feira (25). Ainda segundo a assessoria, a entidade está em fase de estruturação em Brasília, uma vez que está em pleno processo de mudança da matriz do Rio de Janeiro para Brasília.


Fábio Góis

Do Congresso em Foco

 

Bacharéis são isentos do exame da OAB para exercer a advocacia.

Sérgio Luiz

Escrito por Fátima Silva Sáb, 26 de Fevereiro de 2011 12:19

 

DE CUIABÁ   - reprod.p/Sérgio Luiz



A Justiça Federal de Mato Grosso isentou 30 bacharéis em direito da obrigatoriedade de aprovação prévia no exame da OAB para o exercício da advocacia.

As sentenças foram concedidas ontem em mandados de segurança individuais e, portanto, só valem para os autores dos pedidos. Nas decisões, o juiz da 1ª Vara, Julier Sebastião da Silva, escreve que a exigência é inconstitucional e fere a "isonomia frente às demais profissões legalmente regulamentadas".

"O certificado de conclusão do ensino pelas instituições de ensino superior possibilita o livre exercício profissional, à exceção da advocacia", diz.

A OAB-MT qualificou como "equivocadas" as decisões. "A faculdade não forma advogados, e sim bacharéis em direito", disse o presidente Cláudio Stábile. "Vamos recorrer."
 
Agora o estranho disso tudo é que as taxas  que os bacharéis pagam a OAB para fazerem o exame e conseguir o direito da advocacia já chegaram a R$ 250, enquanto que as taxas para  Concurso de Juiz c/salário de R$ 22 mil, é de apenas de R$ 100,00 .




Fonte: Folha de São Paulo



 

Nenhum professor pode ganhar menos que R$ 1.187,00 , que agora é o piso nacional.

Sérgio Luiz

Escrito por Fátima Silva Sex, 25 de Fevereiro de 2011 13:04

 reprod.p/Sérgio Luiz

 

DE BRASÍLIA

DE SÃO PAULO



O Ministério da Educação divulgou nesta quinta-feira o valor do reajuste do piso nacional dos professores da rede pública. Para a jornada de 40 horas semanais, passou de R$ 1.024,67 para R$ 1.187,08.


O valor, que considera tanto o vencimento básico como gratificações, contém um aumento de 15,85% em relação ao ano passado e vale desde janeiro.


Pela lei do piso, nenhum professor de nível médio pode ganhar menos que o valor fixado pelo ministério. Ele é determinado com base no custo por aluno do Fundeb (fundo da educação básica).


Apesar do aumento, sindicatos de professores entendiam que o valor deveria ser maior --R$ 1.597,87, segundo a CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação). A divergência se deve ao fato de que a entidade considera a variação do valor do Fundeb de 2010 para 2011, e o MEC o de 2009 para 2010.


CRÍTICAS


O presidente da CNM (Confederação Nacional de Municípios), Paulo Ziulkoski, afirma que o MEC "cometeu o mesmo erro do ano passado e prejudicará milhares de municípios".


De acordo com ele, o reajuste anunciado foi feito com base em estimativas e deveria ser feito em abril, quando já se terá contabilizado o valor executado do Fundeb.

Pelos cálculos da CNM, o valor do piso em 2010 deveria ter sido R$ 30 menor. "Os municípios pagaram um piso maior que o devido", afirma Ziulkoski, baseado em estudos da entidade que apontam que pelo menos nove Estados não têm condições de pagar o piso mínimo dos professores.


"É lamentável que a União, quem menos investe recursos no Fundeb, seja quem estabeleça as regras. A realidade dos Estados e municípios não é respeitada", critica Ziulkoski.


O MEC afirmou que irá analisar pedidos de complementação de verbas para prefeituras que disserem não ter como pagar o piso.
 

Fonte: Folha de São Paulo

 

Em 2010, cada brasileiro pagou R$ 6.722,00 em imposto

Sérgio Luiz

Escrito por Fátima Silva Sex, 25 de Fevereiro de 2011 00:29

reprod.p/Sérgio Luiz

 

DE SÃO PAULO

A carga tributária atingiu 35,04% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2010, com um aumento nominal de arrecadação de R$ 195,05 bilhões em relação a 2009. O número representa alta de 17,80%, aponta estudo do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), divulgado nesta quinta-feira.

A pesquisa mostra ainda que em 2010, cada brasileiro pagou aproximadamente R$ 6.722,38 em impostos, representando um aumento aproximado de R$ 998,96 em relação a 2009.

Em relação aos últimos dez anos, houve um crescimento de cinco pontos percentuais, de 30,03% do PIB, em 2000, para 35,04%, no ano passado.

Segundo o IBPT, a arrecadação federal apresentou crescimento nominal de R$ 137,13 bilhões (18,05%) entre 2009 e 2010, enquanto a arrecadação dos estados foi de R$ 50,77 bilhões (17,51%) e os tributos municipais cresceram 14,27%, em termos nominais (R$ 7,14 bilhões). A carga tributária per capita do período cresceu 17,45% (nominal).

De acordo com o instituto, houve crescimento recorde da carga tributária no ano passado. Para o presidente do IBPT, João Eloi Olenike, nos últimos dez anos os governos retiraram da sociedade brasileira R$ 1,85 trilhão a mais do que a riqueza gerada no país.

"O agravante é que esses recursos não foram aplicados adequadamente, no sentido de proporcionar serviços públicos de qualidade à população. Todos nós precisamos cobrar da administração pública uma redução imediata da carga tributária, com a diminuição das alíquotas dos principais tributos, medidas que venham a 'desafogar' os cidadãos brasileiros, que estão no seu limite de capacidade de pagamento de tributos", aponta.

O total da arrecadação em 2010 foi de R$ 1.290,97 trilhão contra uma arrecadação em 2009 de R$ 1.095,92 trilhão, com um crescimento nominal de R$ 195,05 bilhões. Os tributos que mais contribuíram para tal crescimento foram: ICMS (R$ 40,72 bi), INSS (R$ 32,87 bi) e Cofins (R$ 21,80 bi) e Imposto de Renda (R$ 16,60 bi).

 

Fonte: Folha de São Paulo

 

Aposentado vai ganhar benefício maior

Sérgio Luiz

Escrito por Fátima Silva Qua, 23 de Fevereiro de 2011 13:24

STJ assegura taxa de 6% em revisão de atrasados   -   reprod.p/Sérgio Luiz

Direito é estendido a segurados do INSS que entraram com ações antes de junho de 2009

POR ALINE SALGADO

Rio - O Superior Tribunal de Justiça (STJ) acaba de dar fim a uma polêmica que vinha prejudicando aposentados que acionavam os tribunais para a revisão de benefícios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Agora, na ação ajuizada antes de 30 de junho de 2009, o segurado terá direito a ganhos maiores do que os que deram entrada na Justiça depois desse período. Em termos reais, o valor total de juros no pagamento de atrasados pode ser acrescido em até 6% ao mês.

O desentendimento começou com a Lei 11.960. Publicada em junho de 2009, a medida alterou a sistemática da correção de pagamentos de dívidas da Fazenda Pública. Logo, todas as revisões de aposentadorias passaram a ser calculadas levando em consideração a taxa de correção da poupança — que gira em torno de 0,55% ao mês —, e não mais o índice de 1% mais correção monetária, o que reduziu o poder de ganho dos segurados.

“Só agora, o STJ entendeu que não poderiam sofrer os efeitos maléficos da lei os processo revisados antes da sua publicação, isto é, antes de junho de 2009. Logo, quem ajuizou ação antes da lei deve ter aplicada a regra antiga. Os que vieram depois seguirão a sistemática nova. Não se pode retroagir”, explica o advogado previdenciário Diego Franco Gonçalves, do escritório Francisco Rafael Gonçalves Advogados.

O especialista destaca ainda a importância de o segurado fiscalizar a aplicação do entendimento do STJ. “Se o aposentado deu entrada com a revisão do cálculo do benefício por erro, por exemplo, ou luta pela correção sobre o IRSM (Índice de Reajuste do Salário Mínimo), ou ainda se enquadra na questão do limitador do teto previdenciário, tem que observar quais são os termos da sentença e verificar se ele se aplica à lei nova. Caso contrário, há espaço para mais um recurso, para se ter direito à correção antiga”, completa Diego Franco.

Revisão do teto: menos 24 mil na lista

O presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Mauro Hauschild, informou ontem, em coletiva, que 130 mil segurados vão receber a diferença paga a menos nos seus benefícios nos últimos anos, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal, publicada na semana passada. Os cálculos do presidente do INSS, no entanto, entram em choque com os dados divulgados no ano passado pela Advocacia Geral da União (AGU), que considerava, pelo menos, 154 mil revisões.

“Isso só confirma o que o passado negativo de acordos administrativos do INSS vem nos mostrando. Quem esperar por um acordo vai perder dinheiro e poderá ter prescrição dos valores. O melhor caminho para os que pagavam sobre o teto e tiveram o limitador é entrar com ação na Justiça Federal. Se sair um acordo antes, é só optar pelo acordo ou não”, avalia o advogado previdenciário Eurivaldo Neves Bezerra.

O INSS ainda aguarda a AGU elaborar um parecer técnico sobre as formas de pagamento dos atrasados e da revisão dos ganhos de quem se beneficiou pelo acórdão do Supremo Tribunal Federal (STF). A AGU informou que somente nesta semana foi notificada oficialmente pelo STF.

 

Fonte: O DIA

 

Mais uma vez a conta de luz vai aumentar.

Sérgio Luiz

Escrito por Fátima Silva Ter, 22 de Fevereiro de 2011 19:49

Aneel repassa para conta de luz mais R$ 1 bilhão   - reprod.p/Sérgio Luiz

LEILA COIMBRA
DE BRASÍLIA

A diretoria da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou nesta terça-feira mudanças que irão encarecer as contas de energia. Foi aprovado o reajuste da CCC (Conta de Consumo de Combustíveis), em mais R$ 1 bilhão para este ano.

A CCC é um encargo que já vem nas tarifas e serve para subsidiar a geração térmica na região Norte do país, que não está interligada ao restante do sistema elétrico nacional.

Normalmente a CCC banca o custo com o combustível das térmicas. Mas com a resolução aprovada hoje passará a reembolsar também o gasto total com produção de energia para os sistemas isolados, o que inclui, além do combustível usado na geração termelétrica, os custos de compra de energia adicional, de geração própria e de encargos e impostos não recuperados pelas distribuidoras.

A previsão anterior da Aneel era que a CCC consumiria aproximadamente R$ 4 bilhões, mas com a mudança o valor deverá subir para R$ 5 bilhões. O número exato, no entanto, só será conhecido em abril, quando as concessionárias da região Norte tiverem estimado seus custos.

 

Mulheres imigrantes peruanas e bolivianas estão preenchendo o setor de domésticas no Brasil.

Sérgio Luiz

Escrito por Fátima Silva Seg, 21 de Fevereiro de 2011 14:59

Mulheres imigrantes do Peru e da Bolívia,estão atravessando a fronteira do Brasil pra trabalharem de domésticas.Bem...isso é o que dizem em primeira instância.

Mas a verdade é que hoje no Brasil,encontrar uma mulher brasileira disposta a trabalhar de empregada doméstica,se tornou algo como garimpar ouro no Amazonas...muito difícil.Principalmente nas regiões sul e sudeste.Grande parte delas optou pela diária,quer dizer,só trabalham no sistema de diaristas,pois segundo elas,ganham bem mais,que no sistema mensalista.

Uma outra verdade é que a mulher se emancipou pra valer e  também não abre mão dos estudos,com objetivos de carreira profissional em empresas , bancos,instituições públicas e forças armadas.

Diante disso quem ainda se dispõe a trabalhar em “casa de família” não abre mão da diária e quando por alguma raridade aparece uma empregada mensalista que cozinhe,lave,passe,arrume e até durma no emprego,o salário fica na faixa dos R$ 800,00 podendo chegar a R$ 1.800,00. Quer dizer,hoje ter uma empregada doméstica de qualidade dentro de casa,não é mais pra qualquer um.

Com a debandada geral das mulheres em busca de melhores oportunidades de trabalho e carreira profissional,o setor das empregadas domésticas esvaziou e ficou “a ver navios”.

Como as mulheres brasileiras optaram por tomar rumos profissionais e segundo elas,de maior rentabilidade,tal setor agora começa a ser preenchido por mulheres bolivianas e peruanas.Que agenciadas de forma suspeitas por “coiotes”,conseguem chegar até a Praça da Sé,no centro de São Paulo e ali,sem documentos,ficam a espera de oferecimento de trabalho,nem que seja pra dormir,comer,beber água e tomar banho,sem ganhar qualquer remuneração de valor pelo trabalho que venha a exercer.

Muitas dessas mulheres em sua maioria são costureiras e também cozinheiras,além de serem mães e ter deixado filhos e família no país natal.

Diante dessas informações,muitas pessoas desesperadas para ter uma empregada doméstica,estão se servindo dessa situação e  buscando essas mulheres  na Praça da Sé e levando para casa.

O perigo existe? Existe em todo lugar e até com empregada doméstica brasileira.Colocar gente estranha dentro de casa,é e sempre será uma ação de risco,porém “a necessidade faz a hora” e conseguir uma boa empregada doméstica através de agência de recursos humanos,que tem referências,que aceita ser mensalista,está  difícil,caro e demorado.
Sendo assim,muitos aceitam correr o risco e levar uma mulher imigrante na Praça da Sé.

Essa é a situação real porquê passa o setor das empregadas domésticas no Brasil,principalmente nas regiões sul e sudeste.E de acordo com o andar da carruagem,os imigrantes tão cedo não terão por aqui,qualquer problema de dificuldade ou adaptação,pois os próprios brasileiros estão abrindo espaço e permitindo com todas as honras o desenvolvimento dos estrangeiros que aqui chegam.Não só imigrantes ilegais,como também legais,pois várias empresas estão contratando estrangeiros,principalmente para cargos executivos .

O estranho disso tudo,é que o mesmo tratamento,o brasileiro não tem lá fora.

 

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