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Em entrevista ao Painel, Dona Raquel de Sousa fala sobre a irmã que morreu de diabetes. Para ela, Zulmira se precipitou com alimentação: “Tinha uma boca boa, comia o que não devia”

Zulmira da Conceição- morte aos 45 anos
Dona Raquel Sousa, moradora da Rua Francisco das Chagas Pereira da Silva, bairro Santa Clara, irmã da ex-vendedora de lanches, Zulmira Maria da Conceição, 45 anos, que morreu na semana passada, devido a complicações do diabetes falou com exclusividade ao Painel e comentou sobre a teimosia de Zulmira, principalmente no que diz respeito à alimentação. Leia os principais trechos da entrevista.

TRISTEZA PELA PERDA

“Fiquei e estou muito triste, ela era a minha terceira irmã, somos 5 irmãos, infelizmente ela morreu dessa maneira”

IRMÃ E MÃE

“Nos últimos anos, desde que ela adoeceu estava cuidando dela, a minha profissão nos últimos tempos era só cuidar dela”

PROBLEMA DE SAÚDE

“Tudo começou assim: ela tinha diabetes, ela nunca aceitou o problema que tinha, não tomava os remédios direito, í foi se complicando, ela tinha uma boca boa, comia coisa que não devia, aí foi complicando, há dois anos atrás, passamos a ir para Teresina, ela se internou, começou a fazer hemodiálise, a gente ia três vezes por semana, ela ia mas não gostava.

COMPLICAÇÃO DO DIABETES

"Nos últimos dias ela foi parar na UTI, a diabetes dela complicou, ficou muito alta, ela terminou não se cuidando, não resistindo porque a diabetes estava alta, ela apareceu com dois problemas a mais, ela tinha também problema renal, de uns seis meses pra cá, ela teve uma recaída, perdeu a visão antes mesmo de ser internada.

Dona Raquel de Sousa, irmã de Zulmira falou ao Painel Popular
SAUDADES

“Eu sei que eu vou me recuperar porque Deus é bom e tudo que ele dar pra gente a gente tem que acatar, mas sinto saudade da minha irmã”

ZULMIRA: TRABALHADORA E AMIGA

“Ela fazia e vendia bomba, pastel, coxinha, bolos com sucos, ela era vivedeira, apurava o dinheirinho dela, muita gente dava uma ajuda, quero aqui agradecer a todo mundo que ajudou ela; a Zulmira conhecia muita gente, a turma gostava dela, ela era meia zangada, mas era boa gente, tinha um bom coração, não tinha mágoa, nem era rancorosa, ela brigava, mas na mesma hora pedia desculpa, então esse lado bom dela eu não posso esquecer”. 

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