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Acusado de abusar sexualmente de dois netos no povoado Mosqueada, lavrador Manoel Loló segue preso em Valença do Piauí.

Lavrador Manoel Loló vinha abusado sexualmente de dois netos.
Acusado de abusar sexualmente de uma neta de dois e um neto de seis anos, no povoado Mosqueada, lavrador Manoel Oliveira de Macêdo, vulgo "Manoel Loló", 58 anos, segue preso na Delegacia Regional de Valença do Piauí, aguardando uma vaga no sistema prisional.

Nos próximos dias, ele deverá ser encaminhado a Penitenciária Irmão Guido, que fica na zona rural de Teresina. A prisão de Loló, atendendo a mandado da Justiça ocorreu no dia 24 de fevereiro, tendo sido realizada pelo delegado da Polícia Civil, Paulo Gregório, na oportunidade acompanhado de uma equipe de policiais da Polícia Militar. Importa lembrar que a prisão de Manoel Loló foi solicitada pelo ex-delegado Andrei Alvarenga

De acordo com as investigações, baseado em relatórios do Conselho Tutelar e CREAS as crianças vinham sofrendo práticas contínuas de abuso por parte do lavrador. Elas foram ouvidas por psicólogos e confessaram que vinham sofrendo abusos sexuais contínuos do avô.

A polícia tinha provas robustas acerca desse caso, tanto que os exames de conjunção carnal realizados no Instituto Médico Legal-IML em Teresina constataram a prática de abuso sexual.

- Muita gente acha que a gente trabalha com abuso, mas eu gostaria de dizer que trabalhamos com provas, apenas cumprimos a lei. A intenção aqui não é humilhar criminoso nem vítima, nosso papel é atender a sociedade, prestando um bom serviço à comunidade.

O delegado Paulo Gregório observa que após a prisão do lavrador Manoel Loló houve certa repercussão entre os moradores do povoado Mosqueada.

- No interior, o pessoal tem aquele clima de paz, são pessoas ordeiras, da roça, lá na Mosqueada tem muitos parentes ali e muitas vezes as pessoas olham para polícia como órgão repressor, que atua com abuso, sem provas, mas não é assim, a gente trabalha embasado. Lá muita gente ficou chateado por ele ser um senhor idoso, mas a gente não está aqui para fazer injustiça, trabalhamos com provas; a Justiça decretou a prisão preventiva, a qual demos cumprimento., encerrou Gregório.

Por: José Loiola Neto

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