A presidente do Sindicato dos Servidores em Estabelecimentos de Saúde do Piauí (Sindespi)esteve em Elesbão Veloso durante o mês passado, oportunidade em que nas dependências do Sindicato dos Trabalhadores(as) Rurais se reuniu com trabalhadores da área da saúde que atuam em estabelecimentos de saúde nesta cidade.
Segundo Edna Martins, sua vinda ao município teve como finalidade principal mostrar o que a entidade vem fazendo para garantir os direito dos trabalhadores, dentre eles, o Plano de Carreira dos profissionais específicos em saúde e o Plano de Cargo Carreira e Salários dos Profissionais Administrativos.
- Temos também que discutir a questão da insalubridade que foi congelado e retirado, mas que devido a nossa luta insistente retornou, mas o congelamento vem sendo mantido pelo menos até que se vote uma lei específica, explicou Edna.
Ela disse que estas informações estão sendo levadas a todas as cidades do Piauí com intuito de que possa chegar a todos os prestadores de serviços. Edna informou que o Sindicato tem buscado entendimento com o governo para que haja o reajuste salarial e este seja equiparado ao Plano de carreira de serviço prestado na classe inicial do efetivo.
- Estamos também orientando os prestadores de serviço que requeira junto a Sesapi seu adicional de insalubridade, caso ele ainda não receba o adicional noturno. Isso está sendo pleiteado pelo Sindespi que tem cobrado do próprio governador, estamos aguardando uma resposta, e que esses direitos passem a ser cumpridos nos contracheques, dentre eles o Plano de Carreira., adiantou a presidente.
Alias que nesse particular, Edna Martins ressaltou que o Plano de Carreira dos Profissionais da Saúde foi aprovado na Assembleia Legislativa, no entanto, até aqui, o Governo não concluiu o processo dos profissionais da saúde e nem começou a pagar os profissionais administrativos.
- Isso cria um impasse muito grande, até porque vai gerando dívida para o Estado, sem falar que é um direito do trabalhadores, por isso, nós estamos requerendo junto a Justiça já que o governo não vem cumprindo a lei, desde 2014 ele deveria ter concluído o pagamento dos profissionais administrativos, o que não aconteceu, encerrou Edna Martins. (Por: José Loiola Neto)
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