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REVISTAS SEMANAIS- Veja os destaques de capa das revistas que chegam às bancas e residências dos assinantes neste final de semana. Sábado, 04/04/2020



ISTOÉ Edição  2.621

Capa- A solução Mourão

Está na hora de começarmos a falar sobre Mourão

Jair Bolsonaro continua resistindo a combater a epidemia do coronavírus, na contramão do mundo. Mais que isso, aproveita para radicalizar seu discurso contra os outros Poderes. Está cada vez mais isolado e perde as condições políticas de liderar o País. Com isso, cresce a percepção de que é necessária uma alternativa para driblar a paralisia e recolocar o País nos trilhos após a crise — que é ao mesmo tempo econômica, sanitária, institucional e social. Ao se colocar como um obstáculo para a condução do País, a alternativa constitucional que se impõe é a ascensão do vice Hamilton Mourão. De uma mera hipótese, a tese do afastamento já é tratada em Brasília como uma possibilidade concreta. E MAIS...

>> Entrevista- IVES GANDRA MARTINS, JURISTA
Bolsonaro está perdendo a credibilidade
O advogado Ives Gandra Martins, 85 anos, está internado há um mês no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, primeiro por causa de uma cirurgia no esôfago e, na sequência, por ter contraído a Covid-19. Mesmo isolado em um leito de UTI, ele tem falado ao telefone com empresários, advogados e jornalistas que desejam obter suas abalizadas reflexões sobre um dos momentos mais críticos do País. Escritor de diversos livros em que analisa a Constituição, Ives Gandra entende que o presidente Jair Bolsonaro tem colocado, de forma acertada, a sua preocupação em relação à crise econômica que surgirá da tragédia do coronavírus, mas julga que ele tem sido “inadequado” em seus posicionamentos contra o isolamento social.

PANDEMIA * 2020

 >> As lições da peste de 1918
Quinhentos milhões de pessoas infectadas em todo o mundo durante a pandemia ocorrida há um século — e que os infectologistas chamam de “o maior holocausto médico da história” — nos deixaram lições para o inferno marcado pela Covid-19. A primeira é que na luta contra os vírus que sofrem mutações genéticas radicais não se pode reagir com lerdeza e tibieza. O vírus do passado foi uma variação do Influenza H1N1, batizado como gripe espanhola e que detonou um surto no segundo semestre de 1918, já no fim da Primeira Guerra Mundial. Durou até 1920, e para se ter ideia de sua ação predadora basta um cotejamento: o conflito armado matou cerca de nove milhões de pessoas, entre militares e civis, enquanto a peste ceifou pelo menos sessenta milhões de vidas. É isso o que se precisa evitar com o tsunami pandêmico que, nesse momento, faz a Terra tremer.

>> Na periferia, a ficha ainda não caiu
Na Rua Coronel Silva Castro, na favela de Heliopólis, a vida segue inabalada. Moradores conversam em grupos, caminham juntos até o supermercado. No sábado, 29, o tradicional rachão na quadra improvisada aconteceu normalmente. O morador Danilo Vieira, 24 anos, diz que seus posts sobre a doença no grupo de WhatsApp “Ação Comunitária de Heliópolis” têm mais de 800 visualizações — mas isso não é o suficiente para as pessoas mudarem os hábitos. “Passo as informações, mas por enquanto isso não surtiu efeito.”
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VEJA  Edição 2.681

Reportagem de capa- As previsões de cientistas para o fim do isolamento e a volta à normalidade

Desde que todos façam a sua parte e fiquem em casa, as expectativas mais otimistas indicam pelo menos mais um mês até que seja possível reduzir a quarentena

>> Pandemia- Eles não são apenas números: os dramas das vítimas brasileiras do coronavírus

>> Poder- A postura equivocada e errática de Bolsonaro diminui o país aos olhos do mundo

>> O Brasil deve enfrentar o grave problema com união e organização das autoridades

>> Comportamento- Libido confinada: o vírus dá nova forma aos relacionamentos sexuais

>> Religião- Em tempo de reclusão, as igrejas estão se adaptando a canais on-line

>> Arte- A experiência surpreendente de levar os museus para dentro de casa
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ÉPOCA Edição 1.135

Capa- ‘NINGUÉM PODE ESPERAR QUE A ECONOMIA VOLTE AO NORMAL ANTES DE LIDARMOS COM A PANDEMIA’, AFIRMA COAUTOR DE PESQUISA SOBRE A GRIPE ESPANHOLA

Emil Verner, professor do Massachusetts Institute of Technology, diz que, economicamente, o melhor é seguir com o distanciamento social. Essa é a conclusão do trabalho que ele e outros dois pesquisadores fizeram sobre o contágio global de 1918, o mais parecido com o atual. E MAIS

>> FRED AMANCIO E ADEMAR BATISTA PEREIRA DISCUTEM O ENEM EM MEIO À PANDEMIA DO NOVO CORONAVÍRUS
Especialistas divergem sobre a manutenção do cronograma da prova mesmo diante do fechamento das escolas

>> NEGÓCIOS EM TEMPOS DE PORTAS FECHADAS
Como as empresas brasileiras estão se preparando para o período de isolamento social enquanto esperam a prometida ajuda do governo

>> 'ISOLAMENTO É COISA DE COMUNISTA': OS ZAPS BOLSONARISTAS DURANTE A PANDEMIA
O dia a dia de grupos de WhatsApp a favor do presidente nas discussões sobre a Covid-19

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