REVISTAS SEMANAIS: destaques de capa das revistas que estão chegando ás bancas e residências dos assinantes neste final de semana. Sábado, 17/10/2020

 


ISTOÉ Edição  2.649
Capa- A justiça no banco dos réus
 

Contra o deboche
Ministro do STF coloca nas ruas um comandante do PCC, contrariando o bom senso e chocando o País. Não foi a única falha. Essa nova vitória da criminalidade resultou de uma cadeia de erros no Executivo, no Legislativo e na PGR. Novo presidente da corte, Luiz Fux tem a oportunidade de enfrentar os problemas do sistema judiciário, a começar do excesso de decisões monocráticas.
Recém-empossado na presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux está diante de um dos maiores desafios que a Corte já enfrentou. Há anos ela é criticada por parlamentares pela interferência no Legislativo. Mas a judicialização da política, apesar das suas distorções, tem preenchido lacunas graves de um arcabouço legal jovem e imperfeito, que ainda exige aperfeiçoamentos.
 

A maior Corte do País também precisa enfrentar problemas crônicos da Justiça, como a morosidade e a impunidade. Fux já deixou claro que preservará a independência da instituição, enfrentará a leniência com o crime do colarinho branco e manterá as conquistas da operação Lava Jato. Mais do que tudo, está demonstrando que vai privilegiar as sentenças coletivas — em 2020, mais de 80% delas foram monocráticas. Isso pode fortalecer o STF, diminuindo a briga de foice entre grupos e eliminando decisões contraditórias, recorrentes e muitas vezes exóticas.
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VEJA  Edição 2.709
Reportagem de capa- A sequência de erros que permite a libertação de bandidos como André do Rap
 

Foragido, o traficante é exemplo das trapalhadas jurídicas do país e de como o PCC transformou uma das maiores populações carcerárias do planeta em mão-de-obra. E MAIS...
 

>> Carta ao Leitor- No complexo drama brasileiro, acusados são soltos quando deveriam estar presos
 

>> Brasil- O milionário patrimônio escondido do ex-policial Adriano da Nóbrega
 

>> Comportamento- A geração do aqui e agora: como os millennials pensam, consomem e moldam o mundo
 

>> Estados Unidos- As milícias armadas ganham as ruas (e assustam) nas eleições
 

>> Música- Robert Plant: 'Não me importo se rap ou pop tomaram lugar do rock'
 

>> Consumo- Por que o salto alto vem perdendo espaço no mundo da moda
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ÉPOCA Edição 1.162

Capa- A dureza de ser candidato e influenciador digital
Personalidades disputam cargos políticos na esteira da renovação, mas têm vergonha de suas legendas
 

No Instagram, o ator e influenciador digital Thammy alterna registros de cenas familiares em um dúplex luxuoso na Zona Sul de São Paulo com vídeos de caminhadas pela periferia da capital paulista cumprimentando e abraçando potenciais eleitores por ruas e vielas à margem dos riscos de contaminação pelo novo coronavírus. 

Aos 38 anos, o filho da cantora Gretchen, musa dos anos 1980 conhecida como Rainha do Bumbum, se transforma em político em sua segunda investida nas urnas. Em 2014, ao se revelar transgênero, deparou com uma onda de ataques transfóbicos vindos de uma parcela da população que o reconhecia em razão da fama de sua mãe. 

As agressões exigiram de Thammy um posicionamento contundente que, com o passar dos anos, virou militância contra a discriminação de gênero e culminou em sua primeira candidatura frustrada à vereança de São Paulo, há quatro anos. Agora, com a nova polêmica envolvendo uma propaganda da empresa Natura em homenagem ao Dia dos Pais, da qual foi protagonista, o influenciador que coleciona mais de 3 milhões de seguidores resolveu tentar a sorte novamente.

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