Capa- Vacina: A cruzada insana dos negacionistas
O mundo começa a vacinar…
Em vários países com governos e líderes conscientes dos efeitos devastadores da Covid-19 há um esforço concentrado para iniciar a imunização ainda em dezembro ou na primeira quinzena de janeiro. Na Inglaterra, a campanha já começou e 800 mil pessoas receberão a primeira dose da vacina da Pfizer nas próximas semanas. Na Rússia, o governo iniciou a aplicação da Sputnik V. Num cenário tenebroso, com a segunda onda da doença atingindo a Europa e o número de mortos subindo rápido, a chegada de um antídoto contra o coronavírus traz otimismo e segurança para uma população rendida a um micróbio letal.
Há uma luz no fim do túnel. Em meio a uma pandemia que deixou 70 milhões de infectados e matou 1,57 milhão de pessoas até agora no mundo, as notícias das primeiras campanhas de vacinação são alentadoras e surgem como um verdadeiro sopro de esperança para a humanidade. Por mais que a situação seja perturbadora começam a aparecer indícios de que a ciência pode triunfar sobre a peste e interromper a perda de vidas. O Reino Unido, nação europeia mais afetada pela Covid-19, onde o número de óbitos supera 63 mil, foi o primeiro lugar a aplicar, terça-feira 8, uma vacina fora da fase de testes com um imunizante clinicamente aprovado. Tratou-se, no caso, da vacina da Pfizer, desenvolvida em parceria com o laboratório de biotecnologia alemão BioNTech, liberada para uso emergencial na Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda. Sua eficácia, verificada nos ensaios clínicos e prestes a ser atestada pela agência sanitária americana, a FDA, é de 95%.
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VEJA Edição 2717
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