google.com, pub-6484097811459813, DIRECT, f08c47fec0942fa0 REVISTAS SEMANAIS- destaques de capa das revistas que estão chegando às bancas e residências dos assinantes neste final de semana. Sábado, 16 de Setembro 2023

REVISTAS SEMANAIS- destaques de capa das revistas que estão chegando às bancas e residências dos assinantes neste final de semana. Sábado, 16 de Setembro 2023




Material pesquisado por José Loiola Neto

VEJA Edição 2859

Capa: EXCLUSIVO

"EM MÃOS. PARA ELE"

Mauro Cid diz à PF que entregou dinheiro das joias a Bolsonaro ‘em mãos’

Em depoimentos, ex-ajudante de ordens confirma que organizou a venda de dois relógios do acervo público nos EUA e repassou o valor ao ex-presidente 

Há muito Brasília não vivia um clima de suspense parecido com o que se viu nos últimos dias — mais precisamente desde sábado 9, quando o tenente-coronel Mauro Cid foi libertado após assinar um acordo de colaboração premiada. Ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, ele foi braço direito do ex-presidente durante os quatro anos de mandato. 

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ISTOÉ Edição 2798

Capa: O HOMEM BOMBA

Por que Mauro Cid assusta tanto Bolsonaro

A delação premiada de Mauro Cid é uma inflexão nas investigações contra o ex-presidente e será crucial para fazê-lo prestar contas com a Justiça. O acordo do ex-ajudante de ordens poderá esclarecer a participação na tentativa de golpe, implicar Flávio Bolsonaro, ocasionar a perda da patente de capitão e levar o ex-mandatário à prisão

Jair Bolsonaro passou os quatros anos de gestão convencido de que ganharia um segundo mandato. Ou melhor, que conseguiria se eternizar no poder, dentro ou fora das quatro linhas da Constituição. A derrota no segundo turno, dia 30 de outubro passado, provocou um baque, levando-o à reclusão. O segundo choque para o ex-presidente aconteceu no último dia 9, quando o ministro Alexandre de Moraes, do STF, homologou a delação premiada do ex-ajudante de ordens Mauro Cid.

Trata-se de figura-chave para esclarecer diversos crimes em investigação. O tenente-coronel acompanhou toda a intimidade do poder nos anos Bolsonaro. Pagava as contas da família, administrava a agenda do ex-mandatário, controlava seus telefones e falava em seu nome.

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REVISTA OESTE Edição 182

Capa: A NEGAÇÃO DA JUSTIÇA

No julgamento de quatro participantes do 8 de janeiro, a maioria do STF ignorou a Constituição e os códigos legais do Brasil. 

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CARTA CAPITAL Edição 1277

Capa: APOCALIPSE 

O PLANETA GALOPA PARA O CALAPSO. 

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