Desta vez, a narrativa plantada tenta transformar a reassunção do mandato — um direito constitucional e um movimento natural na política — em um enredo de conspiração. A insinuação sugere que a movimentação teria sido motivada pelo suposto destaque do suplente Cláudio Bonifácio durante o período em que Geny esteve à frente da Secretaria de Esportes.
Tática repetida
A manobra adota o mesmo modus operandi já visto em investidas anteriores contra lideranças locais: apelar para o ataque à vaidade e tentar criar uma rivalidade artificial entre aliados. Ao insinuar que a decisão envolveu "ciúmes", "insegurança" ou "acordos quebrados na sombra", os articuladores dos ataques buscam duas coisas:
Jogar simpatizantes contra aliados: Tentar indispor as bases eleitorais do titular e do suplente.
Plantar paranoia na base: Fazer com que o próprio grupo governista passe a desconfiar das intenções reais do parlamentar.
"É a velha tática de tentar transformar o que é simples e transparente em uma novela de bastidores. O vereador mais votado da cidade voltou à Câmara para cumprir o papel para o qual o povo o elegeu. Inventar que isso foi feito por pirraça ou receio do trabalho de um companheiro de grupo é subestimar a inteligência do eleitor", rebateu uma fonte ligada ao gabinete do parlamentar.

0 Comentários