Elesbonense, radicando em Sorocaba-SP, aonde vive há quase 30 anos, Bruno Moura é atento aos assuntos cotidianos da nossa terra, é leitor assíduo do Elesbão News e ouvinte da Eldorado Fm pela net. Ele esteve no final de ano passado em Elesbão Veloso, oportunidade em que pôde rever amigos e familiares, por outra parte, porém, observou algo que o deixou insatisfeito: o barulho ensurdecedor produzido pelos paredões de som, diante da incômoda situação resolveu provocar a Câmara Municipal, propondo que a Casa venha a adotar medidas que atenue a problemática.
Leia o comentário:
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| Bruno Moura: insatisfação com os paredões |
José Neto
Boa tarde!
Venho por meio deste excelente meio de comunicação fazer um apelo aos nobres vereadores da nossa cidade ,para que os mesmos apresentem em regime de urgência um Projeto de Lei para eliminar em definitivo esta 'balburdia' que estar se transformando nossa cidade com os tais paredões. Como se não bastasse, agora estão colocando em motos, se suas excelências não tomarem providencia esta cidade pode se transformar em terra de ninguém como está acontecendo em são Luis-MA.
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| Paredão de som. imagem meramente ilustrativa |
2 Comentários
pois eu não tenho paredão,mais acho que som só aos final de semana, não devem ser proibido, até pq é a diversão dos jovens, é muito melhor eles estarem com som do quer estarem com drogas, ou fazendo o que não deve. e natal final de ano tem que ser festa mesmo. o que deve ser feito na minha opinião é estabelecer horarios ou até mesmo local, agora proibir de vez só por causa que algumas pessoas n gostam então serar obrigado proibir tudo no mundo,pq sempre ira existir algo que ninguem gosta
ResponderExcluirCaro leitor bom dia antes de tudo gostaria de parabenizá-lo por seu comentário . Em um único ponto eu concordo com você e quando fala que não devem proibir os tais paredões em definitivo e sim definir um local. esta ideia e muito boa inclusive acho que você deveria conversar com um vereador para que no caso de um projete de lei isto seja pensado. Porque perto de residencias não pode ser. usemos sempre o principio da reciprocidade. Um abraço Bruno Moura.
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