Vítima de parada cardíaca, "Manoel do Jornal" não estava bem nos dias que antecederam sua morte, comenta irmão.

quarta-feira, 28 de março de 2018

Vítima de parada cardíaca, "Manoel do Jornal" não estava bem nos dias que antecederam sua morte, comenta irmão.

Manoel Rufino da Silva faleceu aos 55 anos após sofrer parada cardíaca

Por José Loiola Neto/Destaques de Elesbão Veloso

Presenciei uma conversa do senhor Raimundo Rufino da Silva, ex-presidente e atualmente um dos membros da atual diretoria do Sindicato Rural de Elesbão Veloso com o deputado estadual João Mádison, nas dependências daquele órgão, e ouvi quando ele disse ao parlamentar que seu irmão, o jornaleiro Manoel Rufino da Silva, o Manoel do Cabrinha ou Manoel do Jornal aos 55 anos (26/05/1962) alegava não estar bem nos dias em que antecederam sua morte, na manhã de domingo, 18 de março, depois de passar mal em casa e ser levado ao Hospital Norberto Moura, onde veio a óbito depois de sofrer duas paradas cardíacas.

Manoel do Jornal, conhecido por sua atuação frequente como vendedor de jornais na cidade de Elesbão Veloso e arredores desde 1979 era epilético, deficiência que não o impedia de realizar suas atividades laborais, debater assuntos vários e ter uma mente prodigiosa, tanto que sabia como poucos toda a numeração do jogo do bicho, além do que dizem que na década de 1970, ainda muito jovem decorou todas as placas dos carros que se circulava pela ainda pacata Elesbão Veloso.

Importante lembrar que precavido, Manoel desfrutava de um bom plano de saúde e todo ano realizava uma bateria completa de exames(tipo check-up) para verificar suas condições de saúde, Por muitos anos, cativou o hábito de acordar cedo-- às 4h30, e já por volta das 5h se dirigia ao terminal rodoviário para receber os exemplares de jornais a serem destinados aos assinantes e venda aos leitores.

Vez por outra fazia uma viagem para abraçar familiares. Percorreu ainda os estados de São Paulo, Goiás e Maranhão, também visitou irmãos em Brasília. Talvez, já cansado, nos últimos meses, antes de morrer demonstrava falta de vontade para continuar vendendo jornais, alegando que a versão impressa dos tabloides havia perdido a simpatia das pessoas, dado o advento da internet.

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