FELICIDADE: Há 29 anos morando no Oiapoque-AP, elesbonense reencontra familiares em Elesbão Veloso. Fotos

sábado, 14 de abril de 2018

FELICIDADE: Há 29 anos morando no Oiapoque-AP, elesbonense reencontra familiares em Elesbão Veloso. Fotos

 
José Barreto de Araújo mora no Oiapoque

Por José Loiola Neto/Destaques de Elesbão Veloso

No último sábado(7/4), fui surpreendido com uma ligação oriunda do Oiapoque(onde começa o Brasil) no Estado do Amapá. Do outro lado da linha, José Raudioneto Barreto de Araújo, um elesbonense, atualmente com 51 anos, e vivendo em terras amapaenses desde 1989, quando deixou a sua Elesbão ainda jovem.

José Barreto estava a procura de familiares aqui em Elesbão Veloso. Filho de Teresinha Barreto de Araújo e Antonio José Barreto, irmão de Edna Barreto de Araújo. Apuramos que atua no setor da saúde e mora em Teresina.

Esteve em Elesbão Veloso pela última vez em 2002. Em princípio, ao sair de Elesbão Veloso seguiu para o Oiapoque, mas em 1998, portanto quase 10 anos da sua saída do Piauí, José Barreto decidiu ir para Guiana Francesa, e pouco tempo após ter chegado foi expulso pela polícia daquele país.

Na conversa que teve com este repórter, José Barreto disse que a polícia não aceita brasileiros clandestinos, depois do incidente retornou ao Oiapoque, onde vem trabalhando no setor da construção civil, com roçagem utilizando máquina e com crediário(venda de produtos).

No Oiapoque é amigo de um piauiense, o Dejane, natural de Teresina. No tempo em que esteve na Guiana Francesa se relacionou com duas mulheres; com uma delas teve uma filha, atualmente com 12 anos.

Ele projeta para o próximo mês de setembro, durante os festejos de Santa Teresinha uma vinda a Elesbão Veloso, e não descarta uma vinda definitiva à sua terra natal.

Na conversa com a reportagem do Painel, José Barreto disse ser amigo do vaqueiro Boi Toco, morador da bairro de Fátima. Antes de seguir para o Amapá em Elesbão Veloso trabalhava no roçado junto com o tio Raimundinho Barreto, é neto do senhor Dino Bareto.

José Barreto, que no campo da construção civil trabalhou na construção da ponte estaiada que divide o Brasil da Guina Francesa disse ao Painel Popular que ganhou um bom dinheiro, principalmente na Guiana Francesa mas gastou bastante, principalmente com a mulherada, a maioria mulheres jovens.

Uma de suas primas, a dona de casa Tetê Barreto, moradora do bairro de Fátima ficou contente em poder saber notícias do ente querido que não vê há muito tempo. VEJA FOTOS DO OIAPOQUE-AP








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