REVISTAS SEMANAIS- Veja os destaques de capa das revistas deste domingo, 1º de julho 2018

domingo, 1 de julho de 2018

REVISTAS SEMANAIS- Veja os destaques de capa das revistas deste domingo, 1º de julho 2018



VEJA Edição 2589

Capa- [Gilmar Mendes dando gargalhada]- Dirceu solto. E MAIS...


BRASIL

>> Justiça Os conflitos que ameaçam a Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal

>> Política Jair Bolsonaro se aproxima do notório PR

>> Eleições Ciro Gomes radicaliza discurso econômico para atrair votos da esquerda petista

INTERNACIONAL

>> México Quem é AMLO, o favorito para as eleições presidenciais

>> Turquia Erdogan acumula força para enfrentar a crise

ECONOMIA

>> Finanças O sufoco da classe média para pagar o plano de saúde

GERAL

>> Religião Ao migrarem da Igreja Católica para a Anglicana, padres relatam quebra de celibato, romances e perseguições

>> Ambiente Estudo revela o tamanho do descaso do governo com a Floresta Amazônica

>> Agronegócio Avança na Câmara o projeto que afrouxa critérios para o uso de agrotóxicos no Brasil

COPA

>> Celebridade O comportamento de Neymar

>> Oitavas de final A garra argentina e o fracasso alemão

>> Especial O cotidiano da Rússia à margem do futebol

CULTURA

>> Exposição Histórias Afro-Atlânticas, mostra que abre em São Paulo, revisa a escravidão

>> Música Patrícia Coelho, de volta, com um bom disco

>> Cinema Homem-Formiga e a Vespa, com Paul Rudd

 

CARTA CAPITAL Edição 1.010

Capa- O petróleo é deles

José Sergio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras aponta a conexão fatal entre o desmonte da empresa, o leilão pré-sal e a Lata Jato para entregar tudo aos EUA (e outras potências estrangeiras)

>> Lula e a prisão sem crime
A libertação de José Dirceu pela segunda turma do STF mostra haver um caminho para acabar com a prepotência do inquisidor Sergio Moro

 
ISTOÉ Edição 2532

Capa- [Ministros do STF carregando um caixão]- A morte da Lava Jato


Nos corredores do Supremo Tribunal Federal, um sentimento une desde alguns ministros até os auxiliares mais modestos. Aumenta o número de pessoas que começam a acalentar o sonho da chegada do mês de setembro. Não exatamente porque a entrada da primavera ameniza o clima seco que já começa a sufocar Brasília. No STF, a esperança de mudança de clima é outra. Setembro marcará o momento em que a atual presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia, passará o cargo para o ministro Antônio Dias Toffoli. E ocupará o lugar dele na 2ª Turma de julgamento, aquela que os advogados apelidaram de “Jardim do Éden” pela forma camarada, para dizer o mínimo, com que costuma tratar os réus. Nas últimas semanas, a 2ª Turma tornou-se o foco principal de uma franca guerra interna no Supremo, que vem comprometendo a credibilidade da Corte. Na terça-feira 26, o “Jardim do Éden” atuou para rever diversas ações importantes da Operação Lava Jato. A já bem conhecida tríade formada por Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski atuou para confrontar a Lava Jato com uma verdadeira “Operação Libera a Jato”. Na prática, consolidou-se uma política de grades abertas – e sem mesuras. Colocou em liberdade o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu. Soltou também o ex-tesoureiro do PP João Claudio Genu. Tornou nula uma operação de busca e apreensão no apartamento da senadora Gleisi Hoffmann (PR), presidente do PT – uma semana depois de absolvê-la.

 
ÉPOCA- Edição 1.044

Capa- Trevas na rede
Como funciona o maior grupo de propagação de ódio na internet brasileira, que lucra com misoginia, racismo e homofobia


Além da superfície de imagens fofas e curtidas, a internet cultiva o ódio. Rede narcísica, estimula um novo personagem: o troll. É aquele usuário que provoca e enfurece outras pessoas, com comentários injustos, ignorantes e, muitas vezes, criminosos. O objetivo do troll é provocar a ira dos outros internautas — e, se possível, ganhar algum dinheiro de modo fácil. Os trolls se alimentam da atenção que atraem e se valem de qualquer coisa para tal. Talvez, por isso, esta reportagem possa não ser uma boa ideia, exceto pelo fato de que precisamos falar sobre esse novo Kevin.

É um monstrinho digital à moda do personagem da escritora americana Lionel Shriver. O Kevin, de Shriver, é aquela criança mimada que aprende que a violência é um método aceitável e simples para obter o que quer. O Kevin digital o emula nas redes sociais e, principalmente, em fóruns privados de discussão.

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