google.com, pub-6484097811459813, DIRECT, f08c47fec0942fa0 REVISTAS SEMANAIS- destaques de capa das revistas que estão chegando às bancas e residências dos assinantes neste final de semana. Sábado, 10 de Fevereiro 2024

REVISTAS SEMANAIS- destaques de capa das revistas que estão chegando às bancas e residências dos assinantes neste final de semana. Sábado, 10 de Fevereiro 2024





Material pesquisado por José Loiola Neto

VEJA Edição 2879

Capa: MAIS PERTO DO ALVO

Investigação da PF sobre tentativa de golpe acelera cerco a Bolsonaro

Ação dá detalhes sobre a trama para evitar a posse de Lula e prende militares e ex-assessores do ex-presidente 

Desde o início das investigações a respeito de uma trama urdida por personagens graúdos nos subterrâneos do Palácio do Planalto, na Esplanada e nos gabinetes das Forças Armadas para melar o resultado das eleições de 2022, suspeitava-se que a história poderia complicar de vez a situação jurídica de Jair Bolsonaro e, em última instância, a depender das provas, até mesmo levá-­lo à cadeia.  Essa hipótese, antes considerada improvável, ganhou um capítulo especial nesta semana. Está cada vez mais evidente que um grupo ligado ao ex-presidente planejou e queria executar um golpe de Estado no Brasil.  Uma parte dos conspiradores massificava notícias falsas sobre fraude nas urnas para justificar uma intervenção, enquanto outra tentava convencer os comandantes militares a aderir.  Havia ainda estruturas jurídicas e financeiras para bancar a ação e dar um ar de legalidade ao que era flagrantemente ilegal.  O perigoso delírio autoritário chegou a ponto de serem discutidos detalhes de uma minuta justificando a ação e combinando a prisão de autoridades, entre elas, o presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco, e dois ministros do STF, Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes. Um acinte completo. 

Essas revelações surgiram a partir de uma megaoperação articulada pela Polícia Federal na manhã desta quinta, 8, num total de mais de trinta mandados de busca e apreensão e quatro prisões, entre elas, a de Filipe Martins, ex-­assessor de Bolsonaro que teria levado a minuta de golpe para ele revisar.  Autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, a ação da PF ordenou ainda a retenção do passaporte do ex-presidente (ele entregou o documento no mesmo dia). Na véspera, Bolsonaro havia feito um comício em São Sebastião, no Litoral Norte de São Paulo, onde é alvo de outro inquérito da PF, supostamente por importunar uma baleia durante um passeio de jet-ski numa praia da cidade.  

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ISTOÉ Edição 2818

Capa: O plano Lewandowski de segurança

Entenda como Lewandowski quer enfrentar o bilionário negócio do crime organizado

A nova equipe do Ministério da Justiça e Segurança Pública promete combater o crime organizado minando a sua parte mais sensível: os bilionários recursos que os criminosos lavam no sistema financeiro. Por isso, operações para asfixiar a movimentação do dinheiro das facções e das milícias serão comuns na gestão de Lewandowski

No começo de fevereiro, centenas de jovens drogados, oriundos da cracolândia de São Paulo, invadiram uma loja de produtos eletrônicos na rua Santa Efigênia, depredaram o local e levaram toda a mercadoria avaliada em R$ 300 mil. O dono do empreendimento resolveu fechá-lo. Eventos como esse tornaram-se comuns no centro da maior cidade brasileira. Em dez anos, a quantidade de empresas no local caiu de 15 mil para cerca de 2,5 mil, como calcula Fábio Zorzo, presidente da União Santa Efigênia. Os comerciantes estão abandonados à própria sorte. A polícia não sabe o que fazer com os drogados que são abastecidos pelos traficantes de drogas comandados pela facção que domina o comércio de entorpecentes diretamente das cadeias, sob as vistas grossas das autoridades.

O PCC hoje já virou uma multinacional do crime. Produz drogas no Paraguai, Bolívia e Colômbia e as comercializa nos grandes centros do Brasil e na Europa e EUA, passando por barreiras policiais coniventes com os criminosos. Somente no ano passado, o PCC faturou R$ 4,9 bilhões com o comércio de drogas, de acordo com o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo.

Com tal poder financeiro, o crime organizado já tomou conta inclusive de órgãos públicos, como admitiu o novo ministro de Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, ao tomar posse no dia 1/2, em Brasília. “Já há notícias de que a desfaçatez do crime organizado, em moldes empresariais, como ocorre em outras nações, começa a se infiltrar em órgãos públicos e a forjar empresas de fachada para se banquetear com recursos públicos”, afirmou Lewandowski em sua concorrida posse.

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REVISTA OESTE Edição 203

Capa: BRASIL, O PÁRIA

Graças a Dias Tofolli e outros ministros do STF, o país foi colocado entre os lugares sem lei, sem códigos morais e sem vergonha que fazem parte da face escura da humanidade. 

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CARTA CAPITAL Edição 1297

Capa: INVENCÍVEL

PORQUE O BRASIL NÃO CONSEGUE CONTROLAR A DENGUE?

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